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Notícias e Dicas
Nossas dicas de vinhos.
Selecionamos bons vinhos austríacos.
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Riesling Langeloiser Kamptaler Terrassen
Vinho branco austríaco, safra 2010, produzido por Wilhelm Brundlmayer
Nota: 87
Preço aproximado: R$ 81,00 na Mistral.
www.mistral.com.br
Loimer Muskateller
Vinho branco austríaco, safra 2009, produzido por Loimer.
Nota: 85
Preço aproximado: R$ 90,00 na The Special Wineries.
www.vinhosdaaustria.com.br
Johanneshohe
Vinho tinto austríaco, safra 2008, produzido por Prieler.
Nota: 87
Preço aproximado: R$ 130,00 na The Special Wineries.
www.vinhosdaaustria.com.br
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Gruner Veltliner Leicht Und Trocken
Vinho branco austríaco, safra 2010, produzido por Wilhelm Brundlmayer.
Nota: 85
Preço aproximado: R$ 68,00 na Mistral.
www.mistral.com.br
SonnenmuldeZweigelt
Vinho tinto austríaco, safra 2008, produzido por Sonnenmulde.
Nota: 85
Preço aproximado: R$ 78,00 na The Special Wineries.
www.vinhosdaaustria.com.br
Feiler-Artinger Solitaire
Vinho tinto austríaco, safra 2007, produzido por Feiler-Artinger.
Nota: 86
Preço aproximado: R$ 250,00 na The Special Wineries.
www.vinhosdaaustria.com.br
Clique_aqui para consultar listagem completa de vinhos avaliados.
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Agenda do enófilo
30 de janeiro de 2012
Curso Básico e de degustação de vinhos- ABS-Rio
No Rio de Janeiro- Praia do Flamengo, 66, sala 311 - Associação Brasileira de Sommeliers. Haverá também um curso compacto de férias com início no dia 09/01/2012. Informações: 21 2285-0497. www.abs-rio.com.br
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24 a 26 de abril de 2012
16ª Feira Internacional do Vinho -Expovinis Brasil - 2012
Em São Paulo - SP- Expocenter Norte. Pavilhão Azul. www.exponor.com.br
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Cientistas provam haver variações regionais na levedura dos vinhos.
Cientistas da Nova Zelândia provaram pela primeira vez que as leveduras do vinho variam de região para região.
A pesquisa, conduzida por Velimir Gayevskiy e Dr Mateus Goddard da “School of Biological Sciences at the University of Auckland”, detectou diferenças distintas entre leveduras de cepas de diferentes regiões da Nova Zelândia.
"É amplamente aceito que a interação de fatores climáticos, geográficos e de condições de solo, em diferentes variedades de uvas, produz vinhos regionalmente distintos ", disse Goddard.
Mas , pela primeira vez, o resultado destes estudos sugere que as leveduras podem fazer parte dos fatores de influência do terroir sobre os vinhos".
O estudo, publicado no “Journal of the International Society for Microbial Ecology” , investigou leveduras presentes em uvas Chardonnay e Syrah, em três regiões distintas na Nova Zelândia.
Em trabalhos anteriores, Goddard estabeleceu que a Nova Zelândia tem uma população geneticamente distinta da levedura principal do vinho, a Saccharomyces cerevisiae (*).
Atualmente a pesquisa é limitada à Nova Zelândia, mas Goddard sugere que resultados semelhantes poderiam ocorrer em outros paises produtores de vinho.
Goddard disse que os próximos passos serão dados para tentar identificar as leveduras responsáveis por aromas e sabores regionais típicos.
(*) N.T. - Levedura também utilizada na produção de pão e cerveja
Decanter, jan/11
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Lutando contra sabores desagradáveis no vinho.
Cientistas na Austrália sequenciaram o genoma da brettanomyces, uma levedura responsável pela produção de sabores indesejáveis ao vinho. Eles esperam que a descoberta possa ser usada para eliminar problemas de vinificação.
A brettanomyces pode estar presente em algumas vinhas, contaminando os barris ou outros recipientes de armazenagem da adega.
Quando a brettanomyces está presente no vinho em níveis suficientemente altos, ela pode produzir sabores desagradáveis, variando de couro a caça, metal ou medicinal.
Uma equipe do “Australian Wine Research Institute” - AWRI, liderada pelo pesquisador Chris Curtin, anunciou o seqüenciamento genético da Dekkera bruxellensis, a levedura responsável pelo que muitos degustadores chaman de "brett". A pesquisa foi publicada na edição de novembro / dezembro do “Wine and Viticulture Journal".
Embora a brett não seja perigosa para a saúde humana, as opiniões divergem sobre se níveis detectáveis de brett possam destruir um vinho ou se pequenas quantidades possam aumentar sua complexidade. A maioria dos viticultores diz querer evitá-lo.
A AWRI, financiada pelas vinícolas da Austrália, acompanhadas pelo governo australiano, vem mantendo uma cruzada contra a brett desde o início dos anos 90, quando os pesquisadores notaram níveis inaceitavelmente altos de brett nos testes de laboratório de vinhos comerciais efetuados pela organização. Iniciaram então uma campanha educativa para mostrar aos enólogos como usar o dióxido de enxofre, manter a higiene da adega e o controlar o pH para se evitar a presença da levedura.
Hoje, a Austrália já reduziu em 90% o número de vinhos infectados pela brett.
Em uma descoberta perturbadora, no entanto, testes com vinhos produzidos entre 1998 e 2005 identificaram uma espécie resistente ao sulfito em 85 por cento das amostras.
"E continua crescendo", acrescentou Curtin. "Então sequenciamos o genoma e descobrimos que a brett tem um terceiro tipo de DNA. Achamos que encontramos o gene que está fazendo esta espécie ser mais tolerante ao sulfito. Se pudermos encontrar o seu calcanhar de Aquiles, poderemos proteger a indústria contra a brett".
WineSpectator, dez/11
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Espanha e Portugal começam a colheita após ano "difícil".
Altas temperaturas em agosto e setembro têm levado a uma colheita precoce em toda a Espanha.
Chuvas escassas no mesmo período, reduziram os rendimentos em algumas regiões como Rioja e Castilla La-Mancha em até 30%.
Em outras regiões de vinhos brancos como Rías Baixa e Rueda a colheita será igual ou melhor que 2010, pois as temperaturas não foram tão elevadas. Atingiram no máximo 28°C. A colheita na região de Rioja será marcada pelas condições de seca, cachos menores, alta concentração de álcool e baixa acidez, disse o enólogo Julio Saenz, do grupo La Rioja Alta.
Decanter, 30/set
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Vinho de quinze euros foi escolhido entre os melhores de Bordeaux.
O “Grand Jury Européen”, organização privada comandada por François Mauss, promoveu em 2009, em Paris, uma degustação às cegas com célebres provadores internacionais.
Entre os Grand Crus Classé - Cheval Blanc, Petrus, Margaux, Mouton Rothschild, Latour, Lafite Rothschild, Haut-Brion, Ausone - havia também um Bordeaux Superieur, o Grand Vin De Reignac, que acabou em segundo lugar, perdendo apenas para o Château Angelus.
Assista ao vídeo em
www.youtube.com/embed/hNQL_MFck2I
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Os vinhos mais subestimados do mundo.
Há muita injustiça no mundo do vinho. Alguns vinhos muito bons recebem pouca atenção. Eles são “subestimados”.
Subestimado não tem nada a ver com a nota, alta ou baixa, que alguém possa ter dado ao vinho, mas sim com o que se tem de pagar por ele.
Um Bordeaux é subestimado? Bourgogne? Champagne? Tokaji? Veja os preços e responda.
Quais os vinhos que você acha que hoje estão sendo subestimados? Que vinhos não estão atingindo os preços que merecem, dada a sua excepcional qualidade ou originalidade?
Algumas indicações:
Vale do Loire
Pode haver alguma outra área do mundo, onde os vinhos são mais subestimados do que no Vale do Loire? Considere a originalidade e qualidade exemplar dos melhores produtores de Chinon, Bourgueil, Saumur, Sancerre, Vouvray, Muscadet, Savennières, de Quarts Chaume, Bonnezeaux e Coteaux du Layon, e veja se pode haver qualquer dúvida de que estes vinhos estejam sendo subestimados!
Chianti Classico
Claro, foi por sua própria culpa que os produtores de Chianti criaram a grande confusão dos últimos 25 anos. Havia muito Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, carvalho francês, e muito pouco foco em sua própria e grande casta local, a Sangiovese. Na última década, porém, os melhores vinhos Chianti Classico são tão bons quanto qualquer outro que esta região já tenha produzido. O uso de carvalho novo tem diminuído drasticamente, o emprego de variedades internacionais de mistura é agora muito mais criterioso, e há orgulho em se enfatizar a Sangiovese.
Entretanto, o Chianti Classico ainda não reconquistou o público. Ele permanece subestimado.
Cru Beaujolais
Outro exemplo de vinho, não só subestimado, mas quase autodestrutivo. Os produtores de Beaujolais consagraram-se ao discutível Beaujolais Nouveau. Consequentemente, nas últimas décadas houve uma corrosão de preços e de aceitação pública, que só agora começa a se reverter. Apesar dos melhores cru de Beaujolais se enquadrarem na categoria de subestimados, prevemos que dentro de cinco anos eles não serão mais depreciados. E, claro, vamos pagar mais por eles.
A lista de possibilidades em torno do mundo é extensa. Inclui lugares como a Alsácia, Sicília, Grécia, Hungria, Argentina, Chile, Tasmânia e Croácia, para citar apenas alguns.
Ou talvez essa discussão possa incluir a variedade da uva: Teroldego, Gamay Noir, Lagrein, Pinot Blanc, Zinfandel, Touriga Nacional, Tempranillo, e mesmo a Riesling. São todas boas dicas de compra!
Resumo do artigo de Matt Kramer - Wine Spectator , maio/11
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Um vinho para chamar de seu.
Em 2002, o americano Michael Brill resolveu derrubar todas as árvores que tinha em sua casa em São Francisco na Califórnia e plantou 24 parreiras de Pinot Noir. No ano seguinte, sem nenhuma experiência prévia, chamou alguns amigos para produzir vinho em sua garagem. Em alguns meses já tinha mais de 100 pessoas na lista de voluntários.
Brill se deu conta de que havia ali um mercado a ser explorado, o de amantes de vinho dispostos a produzir a própria bebida.
Em 2004 largou sua posição de vice-presidente de marketing de uma companhia de sofware no Vale do Silício para fundar a Crushpad, uma empresa que permite qualquer pessoa se tornar vinicultor, escolhendo desde a mistura de uvas até o design do rótulo na garrafa. Nos últimos seis anos, mais de 5.000 clientes tiveram a experiência de produzir seu próprio vinho. O perfil do cliente é de homens entre 35 e 55 anos, normalmente executivos dispostos a gastar pelo menos 8.000 dólares. Este é o valor mínimo exigido na produção de um barril de 225 litros. Muitos clientes tentam recuperar parte do dinheiro com a venda dos vinhos que produzem. Além da Crushpad, há duas opções para os aspirantes a vinicultor, ambas em Nova York. Uma delas nasceu de um ex-funcionário da Crushpad, Conor McCormark, que no início de 2010 fundou a Brooklin Winery. Lá o preço do barril é menor: 5.700 dólares. A outra vinícola da cidade é a City Winery. Lá é comum ver funcionários de escritórios de advocacia em atividades patrocinadas por suas empresas como parte de um trabalho de integração.
Exame , março/11
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Álcool protege contra a demência.
Um estudo recente conclui que beber álcool com moderação protege contra a demência, mesmo depois de 75 anos. Cientistas de vários departamentos de psiquiatria de universidades alemãs relatam no estudo que, em média, o consumo diário de álcool reduz o risco de demência em cerca de 30 por cento em comparação com os abstêmios. Além disso, o risco diminui em mais 30 por cento para as pessoas que bebem entre uma ou duas doses por dia.
"Nosso estudo sugere que o consumo, de leve a moderado, é inversamente relacionado à demência entre idosos de mais de 75 anos de idade", escreveram os cientistas. A equipe também encontrou resultados semelhantes em relação à doença de Alzheimer, classificada como uma forma específica de demência.
Os resultados fazem parte de um estudo mais abrangente sobre o envelhecimento, cognição e demência em doentes de cuidados primários em toda a Alemanha. Para este relatório, a equipe acompanhou um grupo de 3.202 pacientes durante três anos. Metade dos entrevistados não bebia álcool, e quase nenhum bebia muito (mais do que quatro doses por dia). Depois de três anos, 217 dos indivíduos sofriam de demência. Os cientistas compararam seus estilos de vida à ocorrência de doença cognitiva.
Embora o número de voluntários seja relativamente pequeno, os pesquisadores disseram que o poder de medir resultados com precisão é melhorado através da comparação com estudos em maior escala, que incidiam sobre uma ampla faixa de idades. E apesar do pequeno tamanho da amostra, o estudo está recebendo a atenção da comunidade médica. O Fórum Científico Internacional de Pesquisa em Álcool verifica, independentemente, estudos como este. O Fórum, composto por pesquisadores médicos, considera que são fortes os resultados do estudo alemão.
No entanto, os pesquisadores não oferecem muita explicação para os resultados, argumentando que o "fenômeno de sobrevivência" pode ser simplesmente mais forte nas populações mais velhas. O Fórum Internacional sugeriu suas próprias teorias, depois de rever o texto. "As pessoas felizes e com muitos amigos têm mais oportunidades de beber socialmente e, nesse estudo, o consumo de álcool foi significativamente associado com fatores de proteção para o desenvolvimento de demência: melhor educação, não viver só e ausência de depressão", disse Erik Skovenborg, membro do Conselho Médico Escandinavo do Álcool, na Dinamarca.
Skovenborg notou, entretanto, que mesmo após a consideração destes e outros fatores, o risco de demência ainda era significativamente menor entre os que consumiam álcool, de leve a moderadamente. Além do mais, os efeitos benéficos do álcool aumenta acentuadamente entre os que beberam vinho.
Wine Spectator , março/11
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Canadá aprova levedura de vinho modificada geneticamente para não dar dor de cabeça.
Uma nova levedura de vinho transgênica, criada para evitar dores de cabeça, foi aprovada pelas autoridades de saúde do Canadá.
Desenvolvido na Universidade de British Columbia e conhecida pelo nome comercial ML01, a levedura geneticamente modificada é capaz de realizar a fermentação malolática durante a formação alcoólica, reduzindo o risco de deterioração do vinho.
Ele também produz menos alergênicos - produtos químicos no vinho que produzem odores anormais e que podem provocar dores de cabeça e enxaquecas.
O biotecnologista Hennie um Vuuren, que lidera a investigação sobre o uso de leveduras transgênicas em British Columbia, está buscando aprovação de seu uso pelas autoridades europeias.
Aprovado pelo Ministério da Saúde do Canadá para o uso comercial, e agora legal nos EUA e na África do Sul, a ML01 já era disponível comercialmente desde 2006, embora seja pouco provável a sua menção em rótulos devido à possível reação do público à engenharia genética.
Ao contrário do que ocorre na UE, as leis de rotulagem nos EUA e Canadá não exigem dos produtores a indicação da presença de ingredientes transgênicos.
Decanter , fev/11
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A mais antiga vinícola do mundo é encontrada na Armênia.
Relíquias das primeiras adegas conhecidas foram descobertas em uma caverna localizada na região montanhosa de Yeghegnadzor, na Armênia.
Com cerca de 6.100 anos, o local inclui uma tina de pressão, frascos de fermentação, um cálice, tijelas, restos de uvas esmagadas, folhas e videiras de Vitis vinifera.
A descoberta foi publicada na edição online da revista Journal of Archaeological Science.
De acordo com o Dr. Boris Gasparian, um dos líderes da escavação, o sítio arqueológico Areni-1 é especial porque o número e o volume de vasos encontrados sugerem que o vinho era ali produzido em escala comercial, a partir de uvas domesticadas.
O sítio é de época anterior à de outros sítios da vizinha Geórgia, e é considerado o mais antigo do mundo para produção de vinho. A caverna foi descoberta em 1997.
O cientista Stefan K. Estreicher, da Texas Tech University e autor do livro "Wine: From Neolithic Times to the 21st Century", disse ao New York Times que a descoberta do vinho armênio mostrou como o vinho era importante para aquela sociedade, que gastava tanto tempo e esforço na construção de instalação que seria usada apenas uma vez por ano, quando as uvas eram colhidas.
Acredita-se que o vinho fosse usado para fins rituais, pois há evidências de que a caverna seria utilizada para rituais por indivíduos de status elevado. Covas foram descobertas nas proximidades e os cientistas sugerem que o vinho era bebido para apaziguar os mortos, ou aspergidos sobre os corpos durante o enterro.
Decanter , jan/11
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Peixe com Vinho. A combinação perfeita para a saúde do coração?
Uma ampla revisão de pesquisas recentes sobre consumo de vinhos e peixes, mostrou que a bebida ajuda a quebrar os ácidos graxos ômega-3 abundantes em muitos tipos de frutos do mar. Isso ajuda a manter o tecido do coração forte e saudável.
O estudo, publicado recentemente na revista Current Pharmaceutical Biotechnology, revela que os corações daqueles que regularmente consomem vinho e ácidos graxos ômega-3 têm 20% a mais de tecido cardíaco, indicando um sistema cardiovascular que se regenera com maior regularidade. O coração humano se contrai cerca de 100.000 vezes a cada 24 horas. Portanto, a sua capacidade de regeneração é fundamental para a manutenção de ritmo de batimento constante.
Os autores do estudo, Joel de Leiris e Dr. Michel de Lorgeril, descobiram que os consumidores moderados de álcool apresentaram níveis mais elevados de ômega-3 em seus corpos, em comparação com os abstêmios, apesar de consumirem uma quantidade similar de frutos do mar.
Ao analisarem dados de 84 estudos independentes, a equipe de Leiris encontrou taxas mais baixas de doenças cardíacas entre os que comiam peixe e bebiam vinho regularmente. Diz o estudo que "as interações entre o consumo de vinho e do metabolismo de ácidos graxos poliinsaturados omega-3 podem contribuir substancialmente para o efeito cardioprotetor do consumo regular e moderado de vinho". A quantidade ideal de vinho é 2 a 4 copos por dia, combinando com peixes ricos em ômega-3, de água fria, como anchova, arenque e cavala.
Wine Spectator , dez/10
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Vinho da Nova Zelândia será o primeiro a mostrar no rótulo as suas emissões de carbono.
Cada garrafa do 'Mobius Marlborough Sauvignon Blanc' irá mostrar no rótulo qual a emissão de carbono por taça de 125ml.
As emissões de carbono, que são calculados para medir o impacto ambiental de fatores tais como transporte e refrigeração, serão medidas separadamente para cada mercado de exportação.
Garrafas enviadas para a Nova Zelândia, por exemplo, terão um valor de 140g de CO2, enquanto que garrafas vendidas para a Austrália irão indicar valor de 190g.
O lançamento chega em um momento em que as vendas estão sendo impulsionadas pelos preços baixos, e não por preocupações ambientais.
Uma garrafa de 750ml de vinho com 190g de CO2 por taça equivale a uma viagem de carro de 5 km ou de 14 km do metrô de Londres.
Comentário de um leitor da Decanter: "Completamente inútil ... não existe um padrão para o cálculo da emissão, não há maneira de se saber exatamente de que forma a garrafa foi transportada, armazenada, vendida, reciclada ... é só marketing! Espero que sejam processados por exibir informações enganosas ao consumidor".
Decanter , nov/10
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Novo sistema de medição de tanino.
Um novo sistema que mede a presença de tanino em uma aduela de carvalho ganhou medalha de ouro na feira Vinitech.
Oakscan é um sistema de escaneamento infravermelho que mede a quantidade exata de taninos em cada aduela de barril antes de serem montadas, permitindo ao produtor que selecione com precisão os tipos de taninos necessários para combinar com o estilo de cada vinho.
O sistema foi desenvolvido como resultado de uma pesquisa realizada por Nicolas Mourey na fábrica de barris Radoux, juntamente com Faculdade de Enologia na Universidade de Bordeaux.
Radoux está em processo de implementação do sistema para todos os seus barris de carvalho francês.
Frederic Bonnaffous, diretor técnico do 'Chateau Le Boscq'
e 'Chateau Belgrave' no Medoc, que esteve envolvido nos testes
dos barris, disse á Decanter.com que "a ideia de reduzir
as diferenças entre barris é muito sedutora. Além
de cada carvalho ter diferentes níveis de tanino, os
níveis também diferem conforme o lado da árvore
e suas seções interna e externa". "Não
podemos fazer nada sobre as variações dos padrões
climáticos anuais em Bordeaux mas, se pudermos ter uma
certa estabilidade nos barris, aumentaremos o nível de
precisão em nossa vinificação". Pierre
Guillaum da Radoux disse: "Há um lado poético
na viticultura, mas você também precisa de parâmetros
dentro dos quais deve trabalhar".
Decanter , set/10
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A chuva finalmente cai em Bordeaux.
A chuva, tão necessária em Bordeaux, chegou na primeira semana de setembro, embora winemakers minimizem a sua importância para a colheita de 2010.
Em Margaux, choveu 6mm na segunda-feira à noite (06/09), 8mm na terça-feira e 23mm na quarta-feira, disse Bernard de Laage de Meux do Chateau Palmer à Decanter.com.
Na margem direita, Olivier Berrouet, enólogo da Petrus, disse ter caído 25 mm desde segunda-feira, o que foi muito benéfico.
"As vinhas tinham começado a sofrer por falta de água, mas agora podemos esperar confortavelmente até o término da maturação".
Entretanto, o diretor de vinificação do Chateau Mouton-Rothschild, Philippe Dhalluin, disse que apenas 6 milímetros de chuva caíram na terça-feira, mas ele não parecia preocupado com a falta de água.
O enólogo Denis Dubourdieu não estava convencido da necessidade de chuva: "Felizmente, a chuva que caiu nesta semana não alterou a colheita. Não sou da opinião que a chuva seja necessária - colheitas clássicas em Bordeaux têm sido sempre secas. O problema em 2003 foi o calor úmido, o que não é usual em Bordeaux.
Ele comparou os brancos a um 1998, e os tintos aos 2005 ou 2009.
Consultor Eric Boissenot achou que não era só a quantidade da chuva, mas a sua qualidade é que foi importante. "Nós não tivemos nenhum granizo ou tempestades violentas..."
Decanter , set/10
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O Champagne é melhor servido como cerveja, dizem os franceses.
Cientistas franceses descobriram o segredo para manter a efervescência num copo de champanhe: derramá-lo como uma cerveja.
Um novo estudo relata que a melhor maneira de se verter o champanhe é como se faz com a cerveja, com o copo inclinado.
Ele revela que o vinho espumante permanece efervescente por mais tempo quando é servido deste modo do que quando vertido diretamente para o copo esperando-se que a espuma desapareça antes de se completar o volume.
No entanto, Tom Stevenson, presidente do painel da Decanter World Wine Awards, disse: "Vertendo-se Champagne como uma cerveja é visto como uma maneira realmente deselegante de servi-lo.
Você não verá um sommelier fazê-lo em um milhão de anos. Servir como fazem os sommeliers permite o escape do CO2 livre no copo evitando que as bolhas agridam seu nariz".
A pesquisa também descobriu que o Champagne servido em temperaturas mais baixas mantém sua efervescência. Em temperaturas elevadas, o dióxido de carbono é perdido mais rapidamente.
O relatório publicado no Journal of Agricultural Food Chemistry foi liderado por Gerard Liger-Belair, professor da Universidade de Reims e autor de 'Uncorked: Ciência da Champagne'.
Decanter , ago/10
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Resveratrol ajuda na prevenção da cegueira.
Estudos anteriores já tinham revelado que o resveratrol, um composto de polifenóis encontrados em abundância no vinho tinto e uvas, ajuda a reduzir a inflamação das artérias. Agora, um estudo publicado na edição de julho do American Journal of Pathology, verifica que este composto químico reduz o crescimento dos vasos sangüíneos no olho, reduzindo assim os sintomas associados com as principais causas de cegueira.
Pesquisadores do departamento de oftalmologia da Universidade de Washington em St. Louis, trabalhando com farmacologistas da Escola Médica RW Johnson em Nova Jersey, descobriram que o resveratrol, quando administrado em doses elevadas, ajuda a bloquear a formação de novos vasos sangüíneos (angiogênese).
A angiogênese em pacientes saudáveis é normalmente equilibrada, mas quando vasos sanguíneos crescem fora de controle, o resultado é sintomático de diversos cânceres, de doenças relacionadas à idade como cegueira diabética e da degeneração macular.
Os pesquisadores fizeram quatro incisões a laser em retinas de ratos, estimulando a angiogênese. Um grupo de ratos não recebeu resveratrol e dois outros grupos receberam doses de 22,5 e 45 miligramas de resveratrol por quilo de peso, valores consideravelmente maiores do que o encontrado em garrafas de vinho.
Os cientistas notaram que, nos dois grupos de ratos que consumiram resveratrol, os vasos sanguíneos anormais começaram a desaparecer. O efeito foi muito mais acentuado no grupo que recebeu a maior dose. Após sete dias de tratamento com resveratrol, o volume de vasos sanguíneos anormais foi de aproximadamente um por cento do valor encontrado no grupo controle.
Wine Spectator , jul/10
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União Européia diz não ao vinho orgânico.
A União Européia rejeitou a proposta de criar uma categoria de vinho biológico, apesar do regulamento ser considerado "urgente".
Produtores de "vinhos orgânicos" na Europa podem declarar se o vinho é feito a partir de uvas cultivadas organicamente, mas os políticos têm discutindo a introdução de uma categoria de vinho orgânico.
Copa-Cogeca, que representa 11 milhões de agricultores europeus e 40 mil cooperativas, criticou a União Européia pela rejeição da proposta. Seu secretário-geral Pekka Pesonen, disse: "Estou realmente desapontado com o movimento. A legislação da UE sobre vinhos orgânicos é urgentemente necessária a fim de harmonizar as regras sobre o vinho orgânico no âmbito da UE e para desenvolver o mercado para este produto, especialmente diante de sua crescente demanda".
A proposta considera um limite inferior para os sulfitos, menos aditivos permitidos, e a proibição de cinco técnicas de vinificação, como o "spinning cone", processo de destilação que remove álcool do vinho.
O Comissário da UE para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, Dacian Ciolos, retirou o projeto de proposta, mas acrescentou: "Nossa esperança é que a Comissão possa voltar a estas propostas no futuro".
Decanter , jun/10
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Royal Tokaji abre nova vinícola em setembro.
A empresa húngara Royal Tokaji planeja dobrar sua produção, abrindo uma nova adega de € 3.25 milhões em setembro.
O lançamento oficial da vinícola irá coincidir com o 20º aniversário da empresa, co-fundada por Hugh Johnson OBE, colunista da Decanter e 'Homem do Ano' da Decanter em 1995.
A nova unidade aumentará a capacidade de produção anual de 30.000 para 60.000 caixas de seis garrafas, visando volumes crescentes de Furmint seco e de um vinho de colheita tardia, em vez dos famosos vinhos Aszu.
Ben Howkins, diretor de vendas internacionais da Royal Tokaji disse à decanter.com "Vemos o maior crescimento vindo dos vinhos de colheita tardia e dos Furmint secos, embora o núcleo de nosso negócio seja sempre o Aszu, que faz a diferencia da Tokaji".
O aumento da produção visa aumentar as vendas em seu maior mercado, os Estados Unidos, além do Reino Unido e Europa.
Decanter , maio/10
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Vega Sicilia de mudança para La Rioja ?
Vega Sicilia, de olho em La Rioja, está comprando vinícolas no norte daquela região. O jornal local Diário La Rioja relatou que Vega, considerado um dos melhores produtores da Espanha e a estrela de Ribera del Duero, está adquirindo parte de velhas vinhas na área em torno de San Vicente de la Sonsierra, parte da "milha dourada" de Rioja e localizada entre as cidades vinícolas de Haro e Laguardia.
Mais de 40 pequenos produtores deixaram a Cooperativa de San Vicente de la Sonsierra ao longo dos últimos dois anos, possibilitando que a empresa Plalia Inversiones, ligada à Vega Sicilia, comprasse de 80 a 100 ha de vinhas na região.
Vega Sicilia é de propriedade da família Díaz Alvarez desde 1982, e é liderada por Pablo Alvarez.
O portfólio do Grupo Vega Sicilia também inclui Bodegas Alion (Ribera del Duero), Bodegas Pintia (Toro) e Tokay Oremus na Hungria, que foram criadas ou adquiridas na década de 1990.
Decanter , maio/10
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Vinho pode reduzir o risco de diabetes tipo 2.
Vários estudos têm mostrado que o consumo moderado de vinho está associado a um menor risco de diabetes tipo 2. Dois novos estudos sugerem que o vinho faz seu papel e que as substâncias químicas nas uvas podem ajudar. Para um dos estudos, a ser publicado no American Journal of Clinical Nutrition, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, analisou a questão com base nos dados extraídos do Inquérito Europeu Holandês Relativo a Câncer e Nutrição (EPIC-NL), um estudo mais abrangente da saúde de mais de 520 mil pessoas em 10 países europeus.
Depois de analisar 10 anos de dados, incluindo 796 casos de diabetes tipo 2, os pesquisadores concluíram que a taxa mais baixa da doença entre os bebedores não pode ser só explicada por uma vida saudável. O álcool, de alguma forma, contribuiu diretamente para uma menor incidência da doença - bebedores tiveram um risco aproximadamente 40 por cento menor que o dos abstêmios.
Embora o estudo holandês não explique por que as bebidas alcoólicas podem reduzir o risco, outro estudo sugere que pode não ser somente o álcool. Pesquisa da Universidade de Michigan considera que comer uvas parece retardar o desenvolvimento de pressão alta e a resistência à insulina. Ambos são os principais precursores de doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Juntos, os dois criam uma condição conhecida como síndrome metabólica, que afeta 50 milhões de americanos.
Nos resultados apresentados na convenção de Biologia Experimental, em Anaheim, Califórnia, a equipe de Michigan descobriu que ratos alimentados com o pó feito a partir de uvas de mesa mostraram níveis mais favoráveis de açúcar na corrente sanguínea e melhor tolerância à glicose. O efeito é provavelmente devido à fitoquímicos, que ocorrem naturalmente nas uvas e vinho e incluem taninos, antocianinas e resveratrol. Os ratos que se alimentaram com as uvas de mesa tiveram menos inflamações arteriais e danos oxidantes.
Wine Spectator , maio/10
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Está à venda a casa particular do Mondavi.
A propriedade de 56 acres (cerca de 23 alqueires) do lendário produtor Robert Mondavi está à venda por um preço de US$ 25 milhões. Mondavi, morto em 2008 aos 94 anos de idade, trabalhou durante toda sua vida para promover o Vale do Napa como área de produção de vinhos finos. O imóvel foi projetado em 1979 pelo arquiteto Cliff May, que já havia projetado a Vinícola Mondavi, a pedido de Robert e sua esposa Margrit.
A casa, com 1.068 metros quadrados, tem dois quartos e uma piscina na sala de visitas.
Decanter , maio/10
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Quarentena causada por mariposa de vinhedos se expande do Napa até Sonoma.
Desde setembro último, quando descobriram a mariposa (EGVM) no Napa Valley, fontes do setor acompanham atentamente como a mariposa faz seu caminho através do Napa County. Inicialmente acreditava-se que a mariposa estava confinada a cerca de 30 vinhedos em Napa.
Agora, de acordo com a United States Department of Agriculture, a presença da praga é confirmada em todo o condado de Napa, fazendo com que a quarentena seja estendida para todo o condado e para parte do vizinho Sonoma, onde insetos adultos foram encontrados em vinhedo da Kenwood.
Estes insetos, no último outono, destruíram a totalidade de uma cultura de 10 acres de Chardonnay no Napa Valley. A fêmea deposita seus ovos no interior das bagas de uva e cachos de flores, comendo as frutas e abrindo caminho para infecções de fungos, como o botrytis. Nativa da Europa, a mariposa foi se espalhando globalmente. Encontrada no Chile em março de 2008, a propagação de insetos ocorreu de norte ao sul de Santiago e invadiu a Argentina.
Especula-se que o inseto poderia ter vindo do Chile ou da Europa, possivelmente na fruta ou em equipamento de vinificação.
Wine Spectator , abr/10
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Um Vinho ao gosto de Julius Caesar.
Que vinho Júlio César bebia? A Planeta, uma das vinícolas mais conhecidas da Sicília, planeja produzir um vinho que pode ter sido o favorito do imperador romano.
O vinho será produzido de vinhas da pouco conhecida denominação Mamertino, em região no nordeste da ilha, alugada recentemente pela Planeta.
Na época Romana a Mamertino tinha a reputação de produzir um dos melhores vinhos da Sicília, um tinto que César encomendava para suas festas. O objetivo da Planeta, com a colaboração do professor de viticultura da Universidade de Milão, Attilio Scienza, é descobrir a variedade de uva local que era misturada à Nocera para a produção da Mamertino. Eles esperam chegar o mais próximo possível do corte que César costumava beber. "Se tudo correr bem, vamos iniciar o replantio na região abandonada de sete hectares de vinhas no próximo inverno, com a primeira safra prevista para 2015", disse Francesca Planeta. A Planeta construirá uma pequena vinícola na cidade de Capo Milazzo, produzindo cerca de 30.000 garrafas por ano. "Naturalmente, não poderemos fazer o mesmo vinho que Júlio César bebia porque usamos metodologia moderna, mas ele será tão próximo quanto possível daquele tinto, embora não oxidado” disse ela.
Wine Spectator , abr/10
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Terremoto no Chile causou prejuízo de 125 milhões de litros.
Segundo o presidente da companhia "Vinos de Chile", René Merino Blanco, o terremoto
ocasionou um prejuízo de 125 milhões de litros, ou aproximadamente US$ 250 milhões, sendo que isto corresponde a 12,5% da produção anual do país.
Os danos em termos de infraestrutura são diferentes em cada vinícola e ainda não foram totalmente avaliados.
A região de Maule, vizinha do epicentro do terremoto que atingiu o Chile no sábado, foi a mais prejudicada.
O Globo, mar/10
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Vinho sem álcool lançado para combater consumo abusivo.
Novo vinho com baixo teor alcoólico foi lançado no mercado italiano em um esforço para combater o consumo abusivo de álcool.
Com teor de 0,5% o vinho, chamado de WineZero, é feito com fermentação total e destilado a vácuo para redução do álcool.
O WineZero está sendo produzido em Valladolid, Espanha, com uvas do Duero, Rueda e Cigales, nas modalidades tinto, branco e rosé, e um tinto envelhecido em carvalho americano.
O vinho foi criado pelos empreendedores italianos Massimiliano Bertolini e Manuel Zanella. Bertolini diz que "o vinho não pretende competir com os vinhos tradicionais; é uma nova bebida, como a cerveja sem álcool ou o café descafeinado. Já estão na moda na Espanha, França e Alemanha e já era hora de lançá-lo no mercado italiano".
Decanter, mar/10
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Arqueólogos
descobrem em Israel uma antiga prensa vinícola.
Arqueólogos israelenses descobriram em Israel um antigo lagar da época bizantina.
Declararam ontem que tinham encontrado um lagar de formato incomum, com 1.400 anos, considerado excepcionalmente grande e avançado para seu tempo.
Segundo as autoridades, a prensa, medindo 6,4m por 16,5m, foi
descoberta em Israel, a cerca de 25 quilômetros ao sul
de Jerusalém.
"O tamanho do lagar revela que a quantidade de vinho que produzia era excepcionalmente grande, não destinado ao consumo local. O vinho era, provavelmente, destinado para o Egito, grande mercado de exportação na época, ou para a Europa", disse o diretor de escavação Uzi Ad.
A estrutura incluía um andar central com pavimentação de mosaico.
Autoridades israelenses disseram que o sítio será protegido e aberto ao público.
Decanter, fev/10
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Viticultores ingleses saúdam a melhor safra de todos os tempos.
Viticultores ingleses estão saudando a safra de 2009 como "a melhor de todos os tempos", apesar das variadas condições meteorológicas ocorridas durante um típico verão britânico.
O clima chuvoso em julho, especialmente no sudoeste, não conseguiu diminuir a expectativa otimista para a colheita do ano, diante de um longo e quente outono.
A English Wine Producers (EWP) reporta como excepcional o sabor frutado da safra, com a Chardonnay e a Pinot registrando níveis de álcool com 11 a 13% de potencial. A safra foi beneficiada pela falta de geadas tardias, pelo clima quente e seco durante a floração e até mesmo pelas chuvas fora de época em julho, necessárias para a reposição da umidade no solo.
A EWP disse que, com as novas vinhas que entraram em funcionamento, o volume de vinho produzido em 2009 deve ser bem superior ao dos últimos dois anos, podendo superar o recorde de 3 milhões de garrafas em 2006.
Decanter, jan/10
Nota do Adegas & Vinhos: A produção de vinhos na Inglaterra é praticamente desconhecida. O guia Hugh Johnson menciona alguns espumantes de Chardonnay e Pinot Noir. Se algum de nossos leitores já teve a oportunidade de saborear algum vinho inglês, dê sua opinião através do “Fale conosco".
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Vinícola americana utiliza energia eólica.
Uma turbina de vento com 14 metros de altura foi instalada na nova vinícola Anaba em Sonoma, que passa a ser a primeira vinícola do norte da Califórnia a usar energia eólica. A instalação da turbina, que custou US$21.000, reduziu as despesas anuais com eletricidade em US$1.000. Segundo o proprietário John Sweaze, o retorno do investimento levará 12 anos.
Por todo o pais, do Alaska ao Texas, do Oregon ao Michigan e Nova York, há vinícolas usando energia eólica. Novas tecnologias em geração eólica de eletricidade e subsídios federais e estaduais estão ajudando os produtores a compensar os custos iniciais.
Nesta primavera a vinícola Honig no Napa Valley irá complementar sua atual geração de energia solar com sete turbinas eólicas totalizando 10.800 KWH/ano. Os painéis solares funcionariam bem nos dias quentes de verão e as turbinas nas noites de inverno.
Wine Spectator , jan/10
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Amarone promovido a DOCG.
Os Amarone della Valpolicella foram promovidos de DOC a DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita), o mais alto nível de qualidade estabelecido pelo Ministério de Agricultura italiano.
Dois produtores, Carlo Boscaini e Sabrina Tedeschi, reclamam dos muitos anos de espera pela promoção de um dos melhores vinhos italianos vendidos a outros países.
Válida a partir da safra de 2008, a decisão foi tomada em sequência à classificação do Ripasso como DOC (este outro grande vinho era Vino da Tavola del Veronese).
Na mesma ocasião foram canceladas as DOC's dos Collio, Gorizia, Bivongi, Marino,e a IGT Quistello, por ajuste às regras de DOC.
Decanter, dez/09
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Produção mundial de vinho diminui com fechamento de vinícolas na UE.
Estima-se que cerca de 73.000 hectares de vinhedos foram varridos do mapa da Europa durante 2009 em decorrência de um esquema de compensação da UE para encorajar produtores a abandonar vinhedos antieconômicos.
Enquanto isto, a França reconquistou a posição de maior produtor mundial ultrapassando a Itália, maior produtora desde 2007.
Federico Castellucci, diretor geral da Organização Internacional do Vinho (OIV), diz que a crise econômica mundial não poupou o setor vitivinífero, prejudicando especialmente o consumo de vinho e gerando estagnação na produção em 2009.
Pelo esquema da UE, a Espanha perdeu cerca de 45.000 ha, a Itália 11.000 ha e a França 10.300 ha durante 2009. Espera-se redução de outros 55.000 ha em 2010 em toda a Europa.
A produção estimada para 2009 aumentou 9% na França mas diminuiu 3% na Itália e 6% na Espanha.
Decanter, dez/09
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Adegas & Vinhos Mobile.
Agora você pode consultar as avaliações do Adegas & Vinhos com seu smartphone ou PDA aonde quer que você esteja. O site Adegas & Vinhos Mobile já pode ser acessado para auxiliar na escolha de um vinho no restaurante ou nas lojas revendedoras. São mais de 16.000 vinhos registrados com preços, dados do produtor e fornecedor e 2.700 avaliações. Para os usuários registrados do software é possível incluir vinhos em uma adega virtual. Confira pelo seu smartphone em www.adegavinhos.com.br/mobile
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Senac São Paulo lança curso de especialização em vinhos.
O Centro Universitário Senac de São Paulo lança curso de pós-graduação em Administração de Negócios do Vinho.
O curso visa atender a demanda por profissionais com conhecimentos específicos da bebida, do segmento e das empresas que atuam na área, além de domínios da estratégia mercadológica.
O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), entidade representante do setor vitivinícola do País, apoia o projeto pedagógico da pós-graduação e reforça a necessidade da especialização para inserção e aprimoramento de profissionais no mercado de trabalho.
As inscrições para a pós-graduação em Administração de Negócios do Vinho podem ser feitas no www.sp.senac.br/posgraduacao. O curso começa em março de 2010. Mais informações também podem ser obtidas no telefone
0800 883 2000.
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Bordeaux está em crise.
Matthieu Chardronier, um dos maiores exportadores de Bordeaux, afirmou na WineFuture Conference em Rioja que Bordeaux, com exceção dos seus mais ricos e maiores produtores, está em crise e necessita uma reestruturação radical. Os problemas já ocorriam antes da crise financeira mundial, mas pioraram com ela.
Existem lá mais de 10.000 produtores e 400 negociantes. Cerca de 70% de todo o vinho produzido na região é vendido por estes negociantes, sendo mais de 90% só com os crus classificados do Medoc.
"Temos um sistema de produção e distribuição eficiente para os Grands Crus mas muito fraco para o restante de Bordeaux.
Nosso ponto fraco é a fragmentação de nossa indústria vinícola.
Não acredito que uma região com este tamanho possa ter 10.000 produtores".
Decanter, nov 09.
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Novo bar com degustação em Bordeaux.
O novo bar oferece amostras para degustação de todos os 'Gran Cru Classé' de Bordeaux e dos melhores vinhos da margem direita, incluindo o Cheval Blanc e o Ausone.
A coleção de vinhos é financiada pelos negociantes Bordeaux Winebank e Max Bordeaux.
Os preços por pequenos cálices variam de €2 para o Chateau Smith Haut Lafitte 2006 ou €5 para o Chateau La Conseillante 2004, até €38 para o Chateau Ausone 2006.
As garrafas são mantidas em condições ideais em seis máquinas Enomatic de degustação, que usam nitrogênio para evitar a oxidação, e custam acima de €20,000 cada uma. Os únicos vinhos ainda não oferecidos são os Chateau Petrus e Chateau Le Pin.
Decanter, out 09.
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Château Angélus remove os engaços manualmente.
O Château Angélus é o primeiro grand cru classé de Saint-Émilion a fazer manualmente o desengaço de seus cachos de uvas, a partir da safra de 2009.
O equivalente a 15.000 garrafas já foram desengaçadas a mão o que, segundo Hubert de Boüard, proprietásrio do Château, irá criar taninos "sedosos, com toque de cashmere". Ele acha que esta será a maneira de garantir a perfeição do Angelus.
Por questões de custo, somente a Merlot, mais sensível e delicada, será desengaçada a mão, com a Cabernet Franc ficando fora do novo processo.
O preço do Angélus aumenterá em €2,00 por garrafa.
O processo já era usado desde 2000 em outro vinhedo da família, o Le Plus de la Fleur de Boüard, em Lalande-de-Pomerol.
Decanter, out 09.
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Champagne: novas regras radicais de colheita.
Novas regras definindo o rendimento da colheita de 2009 vão ocasionar uma redução de 40% na produção de Champagne este ano. Pretende-se com isto atender ao pedido dos grandes distribuidores para que não se aumente os excessivos estoques atuais, preservando-se os preços e garantindo um nível razoável de receita.
Entre um mínimo de 10.400 kg/ha pretendido pelos produtores e os 7.500 kg/ha solicitados pelas casas distribuidoras, chegou-se ao acordo de que sejam produzidos até 9.700 kg/ha, o que, se comparados com os 14.200 kg/ha produzidos no ano anterior, significa uma queda de 44% na produção de novas garrafas.
Os negociantes pagarão, trimestralmente, somente por 8.000 kg/ha durante o ano que segue a colheita e os restantes 1.700 kg/ha em novembro de 2010.
Decanter, set 09.
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Mais um ponto para o resveratrol.
Este anti-oxidante encontrado em algumas uvas tintas pode combater doenças inflamatórias.
Um estudo da Universidade de Glagow, recém publicado, indica o resveratrol como terapia eficiente contra perigosas inflamações, como apendicite, peritonite e septicemia.
Os pesquisadores administraram um agente inflamatório em dois grupos de cobaias, um deles sendo tratado previamente com resveratrol. O grupo não tratado sofreu intensa resposta inflamatória enquanto o outro grupo permaneceu protegido.
Os cientistas revelaram que o resveratrol impede o organismo de criar duas diferentes moléculas conhecidas como iniciadoras da inflamação.
Entretanto, o Dr. Roger Corder, professor na London School of Medicine, alerta que "muitos vinhos, principalmente os de cascas espessas como o Cabernet Sauvignon, praticamente não contêm resveratrol".
Decanter, ago 09.
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"Big Brother" enólico nos EUA.
Novo Reality Show dará a 12 homens e mulheres a chance de criarem suas próprias vinícolas.
A série "The Winemakers" deve ir ao ar em setembro pela TV americana PBS, com todo o direito a lágrimas, melodramas e eliminações.
Os candidatos ficarão 48 horas trabalhando duramente na colheita em Passo Robles, Califórnia, em wine-bars e submetidos a testes de conhecimentos sobre o vinho por um grupo de juízes.
Mais informações em http://thewinemakers.tv/
Decanter, ago 09.
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Aberta loja de vinhos raros no aeroporto de Dubai.
Foi aberta no Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Dubai uma loja de vinhos e bebidas, "duty free", vendendo alguns dos vinhos mais raros do mundo.
A loja Le Clos, subsidiária do The Emirates Group", orgulha-se de vender os vinhos mais procurados pelo mundo, incluindo o Petrus 1947 (USD 12.500/garrafa), Château Cheval Blanc 1961 magnum ($15,750/garrafa) e o Domaine de la Romanée-Conti 2005 ($27,778/garrafa.
Ela também tem em estoque alguns vinhos do Novo Mundo, como o Opus One, o Harlan Estate e o Screaming Eagle, do vale do Napa.
São mais de 400 vinhos em maioria da França, Itália e EUA. Vinhos da África do Sul, Espanha, Austrália, Chile e Nova Zelândia completam a coleção, juntamente com alguns destilados como um "40-year-old" single malt whisky. Decanter, jul 09.
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Alsácia deve mencionar a casta no rótulo ?
Os negociantes alsacianos reagiram com indignação à proposta de se remover dos rótulos a indicação de castas.
Em maio de 2005 a INAO deu aos produtores da Alsácia a opção de não listar as castas em rótulo de vinhos grand cru, o que até então era obrigatório. Agora os produtores estão convencidos que o próximo passo será a proibição da indicação das castas.
A Associação de Vinicultores Alsacianos – AVA - alega que não está forçando ninguém a fazer nada, mas apenas iniciando o debate. Seu diretor da seção de grand crus, Jean Michel Deiss, famoso por seus grand crus sem indicação de castas e que está sendo criticado por seus métodos autoritários, declarou aos participantes da assembléia geral que não quer impor seus métodos aos outros vinicultores.
Um negociante de Washington DC pergunta "Como nossos clientes vão saber a diferença entre um Pinot Gris Clos Windsbuhl Zind Humbrecht e o Gewurztraminer Clos Windsbuhl Zind Humbrecht ?". Decanter, jul 09.
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Novo mundo une forças para enfrentar ameaça européia.
Um grupo de países produtores do Novo Mundo, incluindo Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina e a Califórnia, está criando a “Aliança do Novo Mundo”, uma estratégia de marketing a ser iniciada no evento da Prowein do próximo ano, na Alemanha. A Austrália não está incluída. O objetivo é lutar contra os concorrentes europeus, nestes “tempos difíceis". Decanter, jul 09.
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Novo centro de pesquisas é aberto em Bordeaux
Após dez anos de planejamento e construção, a nova universidade de enologia e instituto de pesquisas , “Institut des Sciences de la Vigne et du Vin, Bordeaux Aquitaine (ISW)”, foi finalmente inaugurado.
O Instituto, que irá abrigar quatro universidades e centros de pesquisa sob o mesmo teto, custou €25m, com fundos locais e da UE.
Segundo o Professor Denis Dubourdieu, um dos principais produtores de Bordeaux, a ambição do Instituto é "fazer um grand cru sem a limitação de vinhos e produtores locais ou nacionais e ser capaz de exportar nosso savoir-faire para países de todo o mundo, na melhor tradição de Bordeaux". Decanter, jul 09.
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